Pirarucu se destaca como gigante da Amazônia na culinária e na economia nacional
Conhecido como o bacalhau da Amazônia, o maior peixe de escamas de água doce do mundo movimenta cadeia sustentável e gastronômica, segundo o MPA.
Por Redação Pescaverso · 11/09/2026 · Amazônia · 1 min de leitura

O pirarucu (Arapaima gigas) consolida-se como um dos maiores símbolos da sociobiodiversidade e do potencial aquícola do Brasil. De acordo com o Ministério da Pesca e Aquicultura, este gigante das águas doces movimenta uma cadeia produtiva estratégica que une pescadores artesanais, manejadores e aquicultores, impulsionando a economia e a culinária do país com uma carne nobre, firme e sem espinhas.
Além do valor gastronômico em pratos tradicionais como o Pirarucu de Casaca, que leva peixe salgado desfiado, farinha do Uarini e banana-da-terra, a espécie apresenta alto aproveitamento industrial. Suas escamas rígidas viram artesanato regional e a pele resistente é disputada pelo mercado de moda internacional.
Versatilidade na cozinha
Para quem quer preparar o prato típico mas não encontra os ingredientes originais da Amazônia, o Ministério da Pesca e Aquicultura aponta que é possível fazer substituições. A farinha do Uarini pode ser trocada por farinha de mandioca flocada ou cuscuz marroquino, e o pirarucu seco pode ser substituído por bacalhau ou cação seco.
A divulgação da receita faz parte das ações de valorização do trabalho de pescadores artesanais e produtores durante a Semana do Pescado, reforçando a importância econômica e cultural do maior peixe de escamas de água doce do mundo.
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